Distrito Industrial
Prefeitura Municipal De Caieiras

A HISTÓRIA DE CAIEIRAS

A história de Caieiras surgiu no século XIX quando o Cel. Antônio Proost Rodovalho, comprou uma fazenda ao longo do Rio Juqueri-Guaçu, nas proximidades de onde formou-se a cidade de Caieiras. A existência em abundância de um importante mineral próprio para a fabricação da cal. O Coronel Proost Rodovalho que era conhecido por seu empreendedorismo no comércio, agricultura e nas instituições financeiras, por volta de 1877 mandou construir dois fornos, passou a produzir a Cal e transportá-la em lombos de mulas até a estação ferroviária de Perus - Ferrovia The São Paulo Railway Company Limited, conhecida na época apenas por "Inglesa". 


ORIGEM DO NOME CAIEIRAS 

Os fornos de cal foram inspiração para a denominação - Caieiras e surgiu em 1883, com a implantação da Estação Ferroviária da cidade. Era costume utilizar as características do lugar onde a ferrovia seria implantada para sua denominação. 


CHEGADA DA ÁGUA 

Outro importante feito do Coronel foi à fundação da Companhia Cantareira de Esgotos, através de uma parceria com financistas da Capital, que facilitou a chegada de água. 


PRIMEIROS MORADORES 

Aos poucos o local foi se tornando habitável. Os primeiros moradores da cidade foram 180 trabalhadores italianos, que formaram o primeiro núcleo habitacional planejado para trabalhadores livres do Brasil. 


ESTAÇÃO FERROVIÁRIA DE CAIEIRAS 

A pedido do Coronel Proost Rodovalho a Inglesa implantou a Estação Ferroviária denominada Caieiras, em 19 de julho de 1883. . Esta ferrovia, também conhecida como "inglesa", trouxe consigo o desenvolvimento da região. 


FABRICAÇÃO DE PAPEL 

A partir de abril de 1890, teve início em Caieiras a fabricação de papel. Na ocasião o presidente da Província - cargo compatível ao de governador, Prudente de Morais, além de outros políticos e empresários. 


DESTAQUE NO JORNAL 

O evento foi documentado na primeira página do Jornal O Estado de São Paulo na edição de 20 de abril de 1890. 


MELHORAMENTOS 

Em 1890 um grupo de empreendedores e progressistas brasileiros fundam a Companhia Melhoramentos de São Paulo - Indústria de Papéis. 


Em 1890, Rodovalho e sua esposa, Etelvina Dutra Rodrigues Rodovalho, adquirem a Cia. Melhoramentos de São Paulo, intensificando ainda mais a produção de papel. Foram realizadas grandes plantações de pinheiros e eucaliptos na região para a utilização da companhia, que posteriormente, inspiraram a denominação "Cidade dos Pinheirais". 


NÚCLEO DE TRABALHADORES 

Os trabalhadores que anteriormente se dedicavam à agricultura foram fixados em 180 residências construídas na Melhoramentos. Assim, formou-se o primeiro núcleo habitacional planejado para trabalhadores livres do Brasil. 


Em 1890, Rodovalho e sua esposa, Etelvina Dutra Rodrigues Rodovalho adquire a Cia. Melhoramentos de São Paulo, intensificando ainda mais a produção de papel. Foram realizadas grandes plantações de pinheiros e eucaliptos na região para a utilização da companhia, que posteriormente, inspiraram a denominação "Cidade dos Pinheirais". 


POLÍTICA 

A vida política começou a tomar forma em 1953, quando os moradores da região passaram a organizar a Comissão Pró-Emancipação de Caieiras, cujo objetivo era criar o Município de Caieiras. Assim, foi enviado à Assembléia Legislativa uma solicitação para a realização de um plebiscito que decidiria sobre a criação do município. 

Depois da realização do plebiscito cuja escolha da população foi pela emancipação, em 14 de Dezembro de 1958 surge oficialmente o município de Caieiras. 


Caieiras é uma cidade em constante crescimento, destaca-se pelas indústrias plásticas e papel eiras. Com aproximadamente cem mil habitantes possui um dos melhores índices de qualidade de vida do Estado de São Paulo.

 

SÍMBOLOS

Bandeira e Brasão retratam um pouco da história.

A bandeira da cidade é composta de sete peças e no centro do retângulo azul o brasão do município sobre o círculo raiado.


O Brasão foi instituído a partir da Lei 326, de 9 de agosto de 1965, sendo a nova redação feita através do número 158, de 13 de julho de 1962.


Na descrição, feita por Olindo Dártora, a bandeira possui o escudo português para que seja lembrada a nossa tradição lusa; nos campos do brasão, o azul representa o  saber, a lealdade, a beleza e a grandeza das ações – atributos do povo caieirense. O amarelo-canário se relaciona ao sol com os seus raios brilhantes e plenos de energia. Já o vermelho representa o vigor e o altaneirismo desse povo. As quatro estrelas em prata simbolizam a homenagem do povo de Caieiras à Terra de Piratininga (São Paulo), em decorrência de seu quarto centenário, em 1954 – década em que surgiu o município. 


Outros elementos: Uma engrenagem, um livro aberto e um pinheiro representam a indústria do papel que possibilitou a emancipação política do povo. A figura geométrica que dá apoio à engrenagem, ao livro e ao pinheiro simboliza a fecundidade da terra e a esperança do caieirense. O forno retrata os primeiros movimentos históricos, dando início ao povoado que mais tarde culminaria na cidade que temos. A fumaça do forno em prata simboliza o trabalho incessante, de onde nascem a pureza e a vitória dos ideais populares. Os suportes, duas criptomérias japônicas, simétricas, um à direita e outro à esquerda do escudo representam a prodigalidade dessas plantas, já que Caieiras figura como um dos municípios mais florestados do Estado. 


Quanto aos dizeres em latim, se voltam para a origem latina. Está em ouro para representar a riqueza dos ideais caieirenses. “Urbis Pinetorum” – a Cidade dos Pinheirais. Um dos responsáveis pela emancipação de Caieiras foi Olindo Dártora quem criou essa inscrição. Por fim, a data, 14 de Dezembro de 1958, em homenagem ao dia da emancipação política-administrativa do município.

Prefeito
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